Moeda de Ouro

Na primeira metade do século XVIII, a elevada produção de ouro possibilitou o funcionamento simultâneo de três casas da moeda e a cunhagem de grande quantidade de Moedas de Ouro, cujos valores e beleza testemunham à opulência que caracterizou o período do reinado de D. João V. Quando do estabelecimento de uma casa da moeda brasileira em Minas Gerais foi determinado quando da proibição da circulação do ouro em pó dentro da capitania.

A nova casa de moedas braseleiras além de fabricarem moedas de ouro iguais às cunhadas no Reino, no Rio e na Bahia, deveria fabricar Moedas de Ouro com valores nominais de 20.000 e 10.000 réis. Algum tempo depois foi alterada a forma e o valor das Moedas de Ouro portuguesas, criando a série de escudos, que também eram Moedas de Ouro. Décadas mais tarde voltaram também a ser fabricadas as Moedas de Ouro provinciais.

Em 1750 foi proibida a circulação de Moedas de Ouro nas regiões de mineração, considerando que as transações comerciais naquelas comarcas poderiam ser realizadas com barras de ouro marcadas e ouro em pó. Para atender às necessidades do comércio miúdo na região, mandou que as casas da moeda do Rio de Janeiro e da Bahia cunhassem moedas provinciais de prata e cobre, assim houve uma evolução da moeda.

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